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#82 – Por que as gerações Y e Z se relacionam melhor com o ESG?

De maneira geral, as gerações Y e Z são bem diferentes das gerações anteriores com relação ao ESG, muito por influência da tecnologia e conectividade. Aí está a importância das empresas ouvirem as novas gerações para direcionar sua governança, compliance e inovações considerando tanto seus clientes internos quanto seus clientes externos, aqueles que efetivamente aprovam ou reprovam as condutas das …

#81 – Os principais responsáveis pelas disrupções de nível global estão nos conselhos administrativos e nos seus líderes.

E as mudanças não só passam por eles como, arrisco dizer, começaram com eles. A Deloitte, companhia multinacional de consultoria e auditoria empresarial, mapeou recentemente quais são as transformações percebidas por mais de 300 presidentes dos principais boards do mundo e identificou cinco principais forças que estão mudando seus papéis e responsabilidades deste processo dentro dos conselhos. Quer saber quais …

#80 – 5 FILMES SOBRE ESG

ESG é uma sigla em inglês que significa Environmental, Social and Governance, e corresponde às práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização. O mercado empresarial rapidamente passou a dar mais valor ao assunto por compreender que, a partir de agora, deve obrigatoriamente ponderar sobre as ações que são responsáveis com o meio ambiente e com a sociedade. Para …

#79 – Uma pesquisa do BCG e do Insead feita com conselheiros do mundo inteiro revelou que 91% acham que seus boards deveriam dedicar mais tempo aos aspectos estratégicos do ESG.

No entanto, a mesma pesquisa apontou que 70% acreditam que são apenas moderadamente ou nada eficazes na integração de ESG na estratégia e governança da empresa. Um grande paradoxo, não? Qual o motivo da discrepância? No meu entendimento, isso acontece por conta dos conselhos com “mentalidade executora”, ou seja, os boards que em vez de se concentrarem nas diretrizes estratégicas, …

#78 – “Quem não tem projetos, vive de recordações”!

Essa frase do escritor Içami Tiba é bem poderosa, e nos faz refletir bastante, não é? Afinal, porque tem gente que consegue estar sempre ativa, de olho no futuro, envolta em vários projetos e outras não, que estão presas no passado? Para mim, não existe segredo, nem fórmula mágica. O negócio, em cada projeto, é ter disciplina e clareza do …

#77 – Recentemente, me deparei com uma pesquisa do BNP Paribas que destacou que cerca de 51% dos investidores consultados consideraram a sigla “S” do ESG a mais difícil de ser analisada e incorporada às estratégias de investimento.

Não é segredo nenhum que inúmeras empresas ainda possuem dificuldades no que se refere às decisões que o negócio toma em prol da sociedade e, às vezes, acabam por nem alocar recursos para lidar com a agenda do “S”. Entretanto, o Social não é apenas olhar da porta da empresa para fora.O Social tem a ver com um olhar mais …

#76 – DIFERENÇA ENTRE O “LOUCO” E O GÊNIO

Quem, em sã consciência, acharia alguns anos atrás que era possível colocar milhares de músicas em um aparelho do tamanho de um polegar? Ou fazer um notebook com alta tecnologia que coubesse em um envelope? Ou de ter um celular touch screen que permitisse navegar na internet, ver vídeos, ouvir músicas, jogar e ainda por cima fazer ligações? Só um …

#75 – Por que sempre quis ser CEO?

Outro dia me perguntaram por que, desde o início da carreira, queria ser CEO. Embora hoje atue exclusivamente como Conselheira, houve uma época em que ocupei o cargo de CEO de uma empresa, além de ter sido C-level em outras por muitos anos. É claro que a maioria deve estar pensando que era “para ganhar mais”, mas, acredite, não era. …

Pluralidade nas cadeiras dos conselhos de administração

Semana passada tive a honra de participar, ao lado dos queridos Cacá Takahashi (Black Rock) e Jandaraci Araujo (Conselheira 101) do painel “Pluralidade nas cadeiras dos conselhos de administração”, durante o MKBR22. Falamos sobre ESG, o papel dos conselhos nos programas de diversidade nas empresas e muito mais. Foi uma conversa bem enriquecedora. Assista e me diga o que achou …

#74 – Os pontos-chave da Transparência Radical, embora difíceis de serem aplicados em todas as áreas da empresa, podem e devem ser adotados em conselhos.

Acredito que a transparência máxima, quando inserida de forma respeitosa no diálogo, tem o poder de qualificar exponencialmente a tomada de decisões. Isso porquê nas reuniões de conselhos, tratarmos de pautas com forte viés estratégico e o que for alinhado dentro da sala certamente impactará no futuro da companhia. Por isso, cada item deve ser analisado com muito critério, responsabilidade …

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Claudia Eliza © Copyright 2020. All rights reserved.
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